sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Amnésia seletiva

Imagem do DN
Não li a notícia e confesso que já não tenho pachorra para aturar as intrigas políticas entre esquerda e direita. No entanto, ver de onde vem este "pacote legislativo", apetece-me perguntar ao CDS porque não se lembrou dos idosos quando estava no governo e o então ministro Pedro Lambreta (Mota eheheh) Soares, desatou a baixar a reforma aos idosos que agora tanto "ama".
Com pacotes destes, melhor seria que metessem, no Instagram, fotos do "pacote" da Cristas, que sempre ajudava a "arrebitar o nabo" os velhotes. eheheheh

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Vigaristas

Acabei de fazer uma peixeirada num Centro Comercial aqui da zona, com uma daquelas senhoras que andam a vender bonequinhos para ajudar as crianças.
Não há muito tempo que o "Sexta às Nove", da RTP1, passou uma reportagem que desmascarava este tipo de negócio.
Segundo foi apurado, só cerca de 2% do dinheiro vai mesmo para ajudar crianças. Os restantes 98% são para pagar o boneco, para pagar ordenados miseráveis aos vendedores que nem sabem muito bem quem os contrata e desconhecem, ou fingem desconhecer, a fraude. O que sobra, que é a maior fatia, vai diretamente para a conta bancária dos vigaristas que estão por detrás de empresas que não existem fisicamente e para as contas particulares dos diretores/gerentes/whatever das instituições, ditas de apoio às criancinhas, que também entram na jogada.
Por isso, quando a senhora me abordou, nem tentei esquivar-me. Disse-lhe que vejo e leio notícias e que o que ela estava ali a fazer, era a participar numa vigarice.
- Isso é uma vigarice nojenta e vocês, incluindo os funcionários que, em nome das crianças necessitadas, vêm para aqui vigarizar as pessoas, deviam estar todos presos.
Disse mais umas coisas desagradáveis, mas acabei por vir embora e deixei-a a falar sozinha, porque mesmo que eu procurasse um polícia, o mais certo era ele prender-me a mim por difamação e a outra ficava lá a vender bonecos.

Tenho outro assunto do género deste, sobre o qual ando há tempos para escrever, mas hoje fico por aqui, pois sei que textos muito longos acabam por ser lidos na diagonal e o que tenho para dizer, ia descambar num texto tipo peixe-espada (comprido e chato) que ninguém lia.



terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Qual pena de morte, qual porra

O que eu arranjava era umas centrais elétricas a pedais e em vez dos corruptos e assassinos serem condenados a “X” anos de prisão, eram condenados a produzir “Y” Kilowatts de energia. Quanto mais depressa pedalassem, mais cedo cumpriam a pena.
O sistema tinha que ser sofisticado, de modo que não fosse fácil aos prisioneiros negarem-se a pedalar.
Imagem daqui
Por exemplo: a máquinas assentos em metal e os criminosos eram sentados e amarrados ao assento, de modo a que não pudessem sair quando lhes apetecesse.
Depois tinham que ter um sistema que detetasse se o prisioneiro estava a pedalar e quando um gajo deixasse de pedalar, era-lhe enviada uma descarga aos tomates e, das duas uma, ou ele recomeçava a pedalar, ou ficava com os tin-tins carbonizados.

Com uma cajadada matavam-se dois coelhos. Acabava-se esta choldra que anda aí a enganar meio mundo e a comer à conta do erário público e resolvíamos o nosso eterno défice energético.