Mas não há nenhum "inteligente" que seja capaz de acabar com este sofrimento? O doente devia entrar um dia no hospital às 8:00 horas da manhã, começava a fazer análises e exames, e saía no fim do dia com tudo pronto. Era um dia, que até podia ser o primeiro dia do resto das nossas vidas, mas acabava tudo ali. Bom ou mau, acabava ali. Porque é que um gajo tem de carregar com isto até ao fim da vida e, ainda por cima, perde tempo precioso, tempo que nunca mais volta, a desatar os nós que a doença e o sistema nos deram na puta da vida?
Qsafoda, hoje fui outra vez arejar para o Alentejo e jantámos um coelho frito na barragem do Pêgo do Altar, aquela que em setembro deixou em seco a antiga ponte oitocentista. Está quase cheia.
Ao menos, enquanto ando a "pastar", não penso na morte da bezerra. Não penso tanto, vá...
Algures entre Alcáçovas e Alcácer do Sal. |
Fizeste muito bem, eu às vezes tambem vou pastar para esquecer lol
ResponderEliminarBom domingo
É isso mesmo, distrai-te com o Alentejo, que é para não ocupares a cabeça com outras coisas!
ResponderEliminarEstou contigo Jota, também gosto de pastar e vou sempre de bicicleta. Enquanto ando por lá não me lembro de mais nada... Xiça, tanta merdice a chatear..
ResponderEliminarFica bem
Claro que fazes bem em ir arejar, senão não haveria mona que resistisse a tanta chatice.
ResponderEliminarDesta vez a fotografia está com um 'ar' um bocadinho negro. Foi para condizer com o teu estado de espírito, às tantas.
Podes achar que não seria preciso dizer-te isto, Jota, mas quero que saibas que não empregaste mal o teu tempo, nem deitaste 'pérolas a porcos', quando tiveste aquela trabalheira toda para deixar aqui explícita a forma como se passa um vídeo para o computador. Nem que seja a última coisa que eu faça na vida, hei-de conseguir. Acredita!
Boa semana e vai com calma...:)
Fica bem.
Então toma lá mais esta:
EliminarA foto foi tirada em contraluz e com o sol de frente, a máquina assume as cores da paisagem e o céu fica praticamente branco. Para captar aquelas nuvens, temos que enganar a máquina. Apontamos para o céu e quando as nuvens ficam visíveis, carrega-se no obturador até meio para fixar os dados da focagem e só depois de enquadramos a paisagem que queremos fotografar é que carregamos no obturador até ao fundo. Por isso as sombras ficam mais acentuadas, mas não é isso que acontece quando tentamos ver contra o sol? A nossa íris fecha-se para não deixar "queimar" a retina e fica tudo mais escuro. Ao contrário, se tentamos ver com pouca luz, a íris abre-se para deixar entrar a pouca luz que existe e o mais pequeno raio de luz nos encandeia.
Todos os anos faço um exame (por causa da diabetes) e para conseguir ver a retina, a médica põe-me umas gotas nos olhos, para dilatar a pupila (para abrir a íris) e quando chego à rua, pareço um ceguinho. Até já pensei comprar uma bengala e pôr-me a pedir à porta do hospital até poder conduzir. Era capaz de ganhar para pagar a consulta... eheheh
Muito bem!! Haverá alguma coisa de que não entendas? Não creio!...
EliminarNeste caso, deste preferência às nuvens, em detrimento do resto da paisagem, é isso? A minha câmara fotográfica é o telemóvel.... Mas gostei de aprender esse truque.
Fico a dever-te mais uma!! :)
( também vou periodicamente ao hospital, especialidade de oftalmologia, e sei bem de que gotas falas e dessa sensação de cegueira.)
A espera é uma valente treta. Com o SNS acho que dá tempo de morrer antes de descobrir que estamos doentes.
ResponderEliminarA foto está lindíssima!
ResponderEliminarQuanto às esperas... nada de novo, portanto. Alguém, que me é próximo, está à espera de ser chamado para uma consulta, pedida com urgência, há mais de um ano e meio. Outra também esperou quase seis meses para uma consulta que, a confirmar-se o pior, lhe poderiam ter custadoa vida. É uma merda, não há outra forma de o dizer :\