Perdi os dados de login do blog e não sei como vim aqui parar...
Facto irrelevante, pois o que tinha para dizer e que vai ficar para a posteridade, está no título.
Até sempre.
Perdi os dados de login do blog e não sei como vim aqui parar...
Facto irrelevante, pois o que tinha para dizer e que vai ficar para a posteridade, está no título.
Até sempre.
Estive agora a ver que em 26 de abril tinha vindo aqui dizer, entre outras coisas, que estava a pensar ir morar para o Alentejo.
Pois bem, ao fim de dois meses e meio num processo muito enrolado, esses planos foram por água abaixo, por motivos com os quais não vale a pena perder tempo. A verdade é que se gorou este meu desejo de mudar para o Alentejo, mas não terminou a vontade de sair de Lisboa (mais propriamente Odivelas) e no dia 9 de agosto, se correr tudo como o previsto, vou morar para uma vila ribatejana a cerca de 80 Km. Não é exatamente o que tínhamos planeado, mas para sair do antro em que se transformou a minha rua, estou disposto a ir morar nem que seja para debaixo da ponte. Neste momento (cerca das 8:30 horas), estou a aproveitar para escrever este texto antes que recomecem os martelos de percussão e as marretas dos terroristas aqui do lado.
Nunca pensei ter de mudar de casa nesta idade e, confesso, está a custar bastante. Nestes últimos dias/meses é que me tenho apercebido como o corpo e a mente estão a acusar o desgaste de quase 70 anos. A minha coluna está uma desgraça e o simples desmontar de um móvel ou encaixotar a tralha que se foi juntando ao longo da vida, tornou-se penoso.
Outras preocupações estão a abalar-me terrivelmente a moral. Tinha exames para fazer, depois da oncologia me ter alertado para uma lesão na coluna que parece ter evoluído desde a última TAC, mas a covid e todo este processo de mudança, fizeram-me tomar uma decisão de que um dia talvez me venha a arrepender: adiei uma biópsia e eu sei bem como o tempo é fundamental em oncologia. Mas já escapei uma vez e pode ser que isto seja apenas excesso de zelo da médica nova que substituiu o médico que me assistia há 15 anos. Espero que não seja nada de grave e se for, para onde vou morar também há cemitério.
E pronto, espero ganhar novo ânimo com a mudança e, quem sabe, um dia retomar a atividade bloguista que, ultimamente, tenho substituído pelo imediatismo do Facebook e do Instagram.
Beijos e abraços.
É verdade, já fez dois meses no dia 19, que aqui vim pela última vez. O confinamento tem-me remetido ao sofá e, através do smartphone não é fácil aceder ao blog e o meu portátil, que comprei há quase três anos, precisamente para poder postar alapado no sofá, foi a pior compra que fiz, a nível informático. Quis comprar um híbrido pela facilidade de acesso com o ecrã tátil, mas descurei o processador. Embora o "bicho" tenha 4 GB de RAM, o processador da família Celeron, é uma merda. Para abrir uma página, leva uma eternidade e se tiver que lidar com dados pesados (fotos e vídeos), é para esquecer. Gastei o dinheiro e não me sirvo daquela bosta de computador e assim, fiquei limitado ao PC de secretária que, apesar de velhinho, tem um processador i5 e 6 GB de RAM. Mas o inverno é lixado e os meus joelhos também já não vão para novos. Para não enferrujar mais os joelhos, os serões têm sido passados no sofá, tapado com uma mantinha e agarrado ao smartphone. Quem diria, há um ano atrás, que me ia tornar fã do smartphone? Não é bem fã, é mais uma questão de comodidade. Aderi ao uso quase exaustivo do Instagram, com algumas publicações simultâneas no Facebook e como isto aqui pela blogolândia está mais morto que a pila do tutankamon, vir aqui escrever para mortos, mais vale ficar enroscado na manta a cuscar memes.
"Prontes", espero que estejam a "curtir" o confinamento e continuem a passar pelos intervalos da chuva, que é o que tento fazer. Sou mais um português daqueles que têm descurado um pouco a saúde, com exames adiados por decisão minha e as idas ao médico reduzidas ao mínimo. Abril está à porta e com ele chegam os malfadados exames na oncologia e eu tremo cada vez que tenho que ir ao Pulido Valente. Estou mesmo a ponderar, seriamente, dar alta a mim próprio. Dezasseis anos depois da cirurgia, sem nunca ter tido problemas, acho arriscado entrar "saudável" no hospital e vir de lá com um Kinder surpresa.
Passem bem.
Ok, fizeste merda no SEF mas podes ficar no cargo se me aqueceres nestas noites frias em que vou estar em confinamento.
Hoje, a primeira notícia que ouvi na RTP3, foi que a carta de condução vai passar a ser em formato digital e é para trazer no telemóvel. Até nem é uma má ideia, desde que deem a possibilidade de pedir a carta no modelo físico habitual, pois nem todos os velhos, como eu, têm telemóvel compatível. Tomáramos nós que eles aprendam a não entrar nas autoestradas em contramão.
Assim, as brigadas de trânsito, que já andam equipadas com internet móvel (e com Multibanco, que eu já uma vez paguei 120€ por excesso de velocidade, e foi logo ali, para não perder tempo), para poderem confirmar a veracidade e validade da carta.
Até aqui tudo bem, o problema da carta virtual é que se formos mandados parar por um agente, sei lá... por atropelar uma velha, por exemplo, os agentes não vão andar todos equipados com internet e, nesses casos, vamos ter um prazo para apresentar a carta numa esquadra.